Morrem por armas. Morrem por magia. Morrem.
Morrem nas mãos de humanos, selgins, menoks, shokz e garkes.
Maravilhosas fraudes. Mutáveis, nunca os mesmos. Sempre mudando.
Fraudes.
******
Sulogh observava um viajante solitário. Observava-o como fazia todas as noites. Todos os dias.
Um viajante tomando toda a atenção de Sulogh por anos. Toda a atenção de um deus por anos.
Sulogh, o imponente Deus Céu, com suas infinitas asas e seu alto posto na hierarquia divina. Dentre todos os milhares de deuses, um dos únicos deusas imutavies, imortais. Um SupraDeus. Somente seis. Seis imortais. Seis SupraDeuses. Os líderes dos líderes, patronos dos patronos.
E um deles observava um aventureiro enquanto coçava seus cabelos dourados.
Mas não qualquer aventureiro que vagava pelas florestas de Thorefeld. Não um simples mortal. Um conhecido, um antigo amigo, e completo desconhecido.
Conhecido por fora, amigo de longa data, mas um desconhecido. Mas isso estava prestes a mudar. Sulogh decifrara a charada que era Johnny Fablle. A charada de sua origem. Fablle não pertencia a Ulef, e ao mesmo tempo pertencia.
Metade deste mundo, humano, e metade elfo.
Fablle era humano e era elfo.
Era meio-elfo.
E Fablle tinha que saber a verdade, mas não no momento. Não agora. Somente depois. Depois do desafio que o aguardava. Depois de ocupar seu lugar em Ulef. Seu lugar de direito.
Sua herança.
Um viajante tomando toda a atenção de Sulogh por anos. Toda a atenção de um deus por anos.
Sulogh, o imponente Deus Céu, com suas infinitas asas e seu alto posto na hierarquia divina. Dentre todos os milhares de deuses, um dos únicos deusas imutavies, imortais. Um SupraDeus. Somente seis. Seis imortais. Seis SupraDeuses. Os líderes dos líderes, patronos dos patronos.
E um deles observava um aventureiro enquanto coçava seus cabelos dourados.
Mas não qualquer aventureiro que vagava pelas florestas de Thorefeld. Não um simples mortal. Um conhecido, um antigo amigo, e completo desconhecido.
Conhecido por fora, amigo de longa data, mas um desconhecido. Mas isso estava prestes a mudar. Sulogh decifrara a charada que era Johnny Fablle. A charada de sua origem. Fablle não pertencia a Ulef, e ao mesmo tempo pertencia.
Metade deste mundo, humano, e metade elfo.
Fablle era humano e era elfo.
Era meio-elfo.
E Fablle tinha que saber a verdade, mas não no momento. Não agora. Somente depois. Depois do desafio que o aguardava. Depois de ocupar seu lugar em Ulef. Seu lugar de direito.
Sua herança.
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Enquanto isso, Fablle acordara novamente em Thorefeld. Seus pensamentos vagando em busca do entendimento de uma palavra desconhecida: elfo.

Vittor diz: muito bom.. muito bom
ResponderExcluirKaitu diz: muito bom.. muito bom
Klavier diz: mt chato! pequenod emais esse post
Vittor & Kaitu diz: cala a boca, a gente ta querendo participar da fic!!!