domingo, 1 de fevereiro de 2009

Monstro - Baglin


Baglins são pequenos humanoides de 1,10m de altura que habitam principalmente florestas e bosques. São nomades e andam sempre em grupos de 2d6 individuos. Os machos e as femeas são tratados como iguais no bando, exeto quando a femea está prenhe, que os outros tendem a protege-la de todos os perigos e ameaças.
Tem pele de cor esverdeada e uma aparencia repugnante. Uma mistura macabra de um humano deformado e putridão. Se alimentam de restos e podem farejar sangue a muitos metros de distancia, chegando rapidamente ao local para a caça.
Sua pele é mais rija que a dos humanos.

Ficha: F1, H2, R2, A1, PdF0

Capítulo 4 - Nick...

-Caraca rapaz, tu fez um estrago...-disse para si mesmo o rapaz trajando um sobretudo vermelho e um sabre preso à cintura que descia a recem formada cratera no centro da floresta de Thorefeld - Tudo isso por um punhado de Creews?

O rapaz se mostrava impressionado.

-E depois cai todo fudido no meio do buraco. - disse com tom ironico olhando o corpo de Johnny Fablle, que jazia no centro da cratera.

Caminha até o corpo, o levanta e coloca-o nas costas.

-Ainda bem que tem uma vilazinha proxima daqui, sortudo.


*


-A vilazinha é aquela – disse Vittor para seus homens – As ordens é colocar fogo durante o dia daqui a uma semana exata. Durante esse tempo, ficaremos lá fazendo um social, conhecendo as pessoas pra ninguem desconfiar. Então depois, fogo.

Os homens vibraram enquanto ouviam.


*


-Eita porra, hein Johnny, o que que você anda comendo? - disse o rapaz que carregava Johnny - Você não era tão pessado assim...

Já longe da cratera, o rapaz caminha o mais rapido que pode, já que carregava Johnny nas costas.

-Seguras as pontas Nick, você tem que salvar o Johnny – pensou alto.

Não vendo uma pedra no caminha, cambaleia e cai, ferindo o joelho.

-Putaqueopa--

Nick é interrompido pelo som de baglins se aproximando.

-Baglins. Era tudo que eu precisava.

Baglins eram criaturas humanoides de 1,10m de altura e muito ferozez. Sempre andam em bando e matam sem dó. Aparentam ser humanos deformados, com olhos fora das orbitas, narizes inexistentes ou com somente uma narina, pele esverdeada e putrida.

Nick se levanta como pode, deixando Johnny deitado no chão, saca duas pistolas e as deixa apontadas para a direção dos sons.

Disparo. Um baglin havia corrido à frente dos outros, e agora não passava de um corpo sem cabeça. Os outros vem em seguida. Cinco baglins atacando um homem quase incapaz de se movimentar.

Disparo. Disparo. Um dos baglins cai com um grande burado no estomago, enquanto outro perde o coração.

Disparo. Nick acerta a boca de um baglin, que tentara morde-lo.

Nick é mordido na perna por um dos baglins, enquanto o outro o golpeia com um pedaço de madeira. Nick cai deitado de dor e perde um pedaço da batata da perna.

Um sutil dedilhar de notas é ouvido. A cabeça do baglin com o pedaço de madeira na mãe explode. Nick desembainha o sabre, cortando a cabeça do outro.

-Sempre metido em confusões, hein Nicolas Fablle? - diz Johnny, rindo.

-Podia ter acordado antes. Agora perdi parte de uma perna.

-Vamos logo. Pode deixar que eu te levo. - retruca um risonho Johnny, se levantando e carregando Nick – Onde tem uma vila por aqui?


*


-Aqui está a vila. Vamos logo nos enturmar – disse Vittor a alguns de seus homens – Os outros esperem uma hora ou mais para entrarem na vila. Em uma semana essa vila ferve.

Vittor e seus homem riem.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Fantasy War

Fantasy War é uma fic de um kra q eu conheço e q é mto legal (mas a minha é melhor)

eu aconselho como leitura casual (pq é um pouco comica)... ^^V


Link: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=81013293

tem q participar da comu pra ler e dps baixar

comente lá (e aki tb ò.Ó)

Capítulo 3 - Creews

Thorefeld era uma região de aventuras, lar de dóceis animais e medonhos monstros. Johnny, pela manhã estava compondo uma nova melodia, doce e rápida, enquanto testava seu efeito em um velho tronco de árvore. Melodia essa maravilhosa, um remédio aos ouvidos, mas mortal, se usada em batalha.
De repente um ruído como o quebrar de um galho atrás de Johnny. Este levanta e fica em posição de combate, bandolim em mão, dedos nas cordas e olho atento. O som revela-se nada mais que um coelho marrom, atraído pela doce musica.
Após algum tempo de deleite musical, o coelho foge assustado. Isso não havia de ser bom sinal. Johnny recoloca-se de pé, com bandolim preparado para matar o que quer que fosse. O chão treme, arvores caem ao longe. Todos os sinais revelam a presença de um Creew, um humanóide gigante, com muita força e ouça inteligência.
A cada segundo o coração de Johnny se acelerava mais e mais, enquanto o Creew se aproximava. Creews odeiam musica, e aquele estava furioso com a melodia de Johnny.
Passada, tremor. Passada, tremor. Passada. Os passos param, a arvore em frente Johnny cai, rugido e uma mão gigante cai em direção ao meio elfo.
Tremor, musica, Johnny dedilhava as cordas enquanto o Creew atacava, tentando quebrar a barreira sonora criada pelo musico.
Soco, soco, soco. A musica cessa. A barreira foi desfeita.
Johnny pula desviando do soco enquanto tenta parar em cima de alguma arvore.
O Creew emite seu rugido alto em uma fúria destruidora. Pula com a bocarra aberta em direção a Johnny, ainda no ar. Dedilhada no bandolim, a mandíbula do Creew pende na cabeça, enquanto este despenca. O sangue esguicha nos ombros de Johnny.
Johnny criara um pequeno “chão” sonoro e se estabelecia, cotando furiosamente sua nova canção enquanto o Creew era fatiado em muitos pedaços. Johnny olhando o corpo do Creew. O sangue de um Creew atrai seus companheiros, e ele estava manchado de sangue. Tinha que se limpar urgentemente.
-Onde tinha um lago mesmo?-disse Johnny em voz alta, enquanto corria desesperadamente pela floresta.
O que ele menos precisava agora era ser caçado por um bando de Creews.

*

-Lor... Lorde Zhiskel... – disse o serviçal – Por que o senhor não recebe alguns plebeus das vilas que o senhor rege? Fiquei sabendo que há um bando de Creews rondando as vilas e atacando as fazendas.
-Desde quando isso me importa? – responde o Lorde, usando uma armadura negra que lhe cobria o corpo todo, enquanto treinava com seus soldados.
-Oh! Claro, senhor...- diz o serviçal, envergonhado.

*

Johnny corre, com o coração pulsando. Ele está sentido o cheiro forte que um bando de Creews exala. Fedor puro de excremento, suor e sangue. Teria de ser rápido, ou nem mesmo Lhetos, o deus das adivinhações saberia o que aconteceria a ele.

*

-Lorde... Agora que o senhor já treinou, receba seus súditos... eles estão desesperados...
-Hunpft... – desdenha Zhiskel – Sou lorde pra isso mesmo, não sou?

*

-Droga, eles estão perto... – pensou Johnny, à beira do desespero – Vou ter que lutar...
Johnny se arma do bandolim enquanto corre. Começa a tocar uma musica lenta, delicada. Está de preparando para um Réquiem da Morte.

*

-... Então minhas vacas desapareceram.- dizia o plebeu
- Claro, claro.- disse Zhiskel, sem nem ao menos ouvir – Próximo...

*

A musica ia acelerando e cortando árvores enquanto Johnny corria. Ele já estava avistando os Creews quando olhou por cima do ombro. Dedilhando cada vez mais rápido seu bandolim, acertou dois monstros com uma rajada sônica enquanto continuava a se preparar para um golpe final.

*

-... então com um barulho eu acor—
- Basta de lamurias – gritou Zhiskel – Por hoje basta. Já tenho a solução de todos os seus problemas. Podem ir.
Todos os súditos, plebeus e serviçais saíram da sala, seguindo as ordens.
- Fique serviçal – diz Zhiskel apontando para o homem que o alertara sobre a crise dos plebeus – Você cumprirá minhas ordens como eu disser...

*

Johnny começa a planar no ar, já com a melodia quase incompreensível de tão rápida. Seus dedos começam a sangrar e ele começa a perder as forças.
-Só mais um pouco... só mais um pouco... – pensou – Eu tenho que agüentar... Vamos...
Uma trilha de gotas de sangue se formava por onde Johnny passava.

*

- Jure por sua vida que seguirá minhas ordens sem questionar. – disse Zhiskel, com um ar de superioridade inquestionável
-Si... Sim – gaguejou o homem
- A solução definitiva para esses problemas com Creews é a seguinte...
Zhiskel dá uma gargalhada sonoramente maligna, fazendo o homem suar frio e tremer as pernas.
-Ateie fogo a tudo – Zhiskel tinha uma expressão completamente insana
O homem grita de pavor e sai correndo.

*

Johnny já perdia as forças enquanto tocava... os Creews estavam furiosos pelo som da musica, que agora já não passava de um zumbido. A mão de Johnny em carne viva, Johnny errando notas por causa do excesso de sangue nas cordas.
Grito, rugido. Os olhos de Johnny embranquecem e ele cai.

*

-Eu, Lorde Zhiskel contratei vocês para atearem fogo a vila de O’Darken e a floresta que a limita. –dizia Zhiskel ao bando mercenário que contratara.
- Já entendi que você quer que coloquemos fogo na vila, mas por que? – perguntou Vittor, o líder do bando
- Tem que ter motivo? – disse Zhiskel, rindo.

*

Johnny estava de pé, tocando a musica num frenesi loucamente rápido os Creews já o cercavam. Seus olhos brancos começaram a se iluminar. Johnny grita, mas de sua boca sai luz em vez de som.
Uma luz cegante o cerca e se expande, atingindo os Creews.

*

Explosão.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Capítulo 2 - Amigo desconhecido

Deuses. Criaturas com poderes ilimitados. Regentes de tudo, poderosos, maravilhosos e mortais. Além de grandes maravilhas, eram uma grande fraude. Maravilhosos por terem os maiores poderes de Ulef. Fraude, por morrem.
Morrem por armas. Morrem por magia. Morrem.
Morrem nas mãos de humanos, selgins, menoks, shokz e garkes.
Maravilhosas fraudes. Mutáveis, nunca os mesmos. Sempre mudando.
Fraudes.
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Sulogh observava um viajante solitário. Observava-o como fazia todas as noites. Todos os dias.
Um viajante tomando toda a atenção de Sulogh por anos. Toda a atenção de um deus por anos.
Sulogh, o imponente Deus Céu, com suas infinitas asas e seu alto posto na hierarquia divina. Dentre todos os milhares de deuses, um dos únicos deusas imutavies, imortais. Um SupraDeus. Somente seis. Seis imortais. Seis SupraDeuses. Os líderes dos líderes, patronos dos patronos.
E um deles observava um aventureiro enquanto coçava seus cabelos dourados.
Mas não qualquer aventureiro que vagava pelas florestas de Thorefeld. Não um simples mortal. Um conhecido, um antigo amigo, e completo desconhecido.
Conhecido por fora, amigo de longa data, mas um desconhecido. Mas isso estava prestes a mudar. Sulogh decifrara a charada que era Johnny Fablle. A charada de sua origem. Fablle não pertencia a Ulef, e ao mesmo tempo pertencia.
Metade deste mundo, humano, e metade elfo.
Fablle era humano e era elfo.
Era meio-elfo.
E Fablle tinha que saber a verdade, mas não no momento. Não agora. Somente depois. Depois do desafio que o aguardava. Depois de ocupar seu lugar em Ulef. Seu lugar de direito.
Sua herança.
******
Enquanto isso, Fablle acordara novamente em Thorefeld. Seus pensamentos vagando em busca do entendimento de uma palavra desconhecida: elfo.

Capítulo 1 - Johnny Fablle

Um homem caminha pela floresta. Podia usar a estrada, mas assim ficaria a vista. Não queria incômodos, mas mal sabia que estava indo de encontro a um. Pequeno, mas seria incomodado, mesmo que pouco.
Um grupo de bandidos (famoso, devo acrescentar, por matar e pilhar qualquer um. QUALQUER UM.) espreita a estrada (por isso passar pela floresta), mas outro grupo, um mais mequetrefe, mais fraco, menos... interessante, espreita a floresta, em cima das árvores. Seria um pequeno incômodo para o homem que se esconde na esperança de uma viagem tranqüila. Mas é melhor que enfrentar o grupo grande. Muito melhor.
O grupo era formado por cinco ou seis rapazotes, novos demais, mas que desejavam liberdade, dinheiro e sangue. Sangue. Mal sabiam que o feitiço voltaria contra o feiticeiro (não em forma literal, que é muito comum.), mas de forma muito mais forte. Muito mais forte. Sangue seria desperdiçado numa tentativa inútil de acalmar hormônios, acalmar raivas, acalmar a vontade de matar, que, por menor que fosse era real. Essa vontade estava tendo um crescimento muito estranho no reino. Estranho demais.
Mais um grupo de bandidos a sumir pelas mãos daquele homem. Chapéu de abas largas com uma pena de enfeite. Bom para aquela época de calor. Roupas largas e frescas. Botas, como qualquer viajante que viaje a pé. E um bandolim, seu instrumento de trabalho. Sua arma. Seu ganha pão. Dele sempre saia uma musica bela, agitada e mortal. Mortal.
Serio demais para um bardo. Sem muito conhecimento arcano para um mago. Sem força para um guerreiro. Sem rapidez para um ladrão. Só um talento musical e uma arma mágica. Combinação mortal naquela região. Talvez somente um viajante, mas seu passado sujo de sangue provava, era um aventureiro. Solitário aventureiro, que por mais perigo que se postasse a sua frente jamais tivera ajuda. Nem humana, não-humana ou divina. Sempre sozinho. Sempre.

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Mal o homem pisa na clareira o ataque se inicia. Logo dois dos assaltantes pulam à frente do homem de chapéu, logo morrem. Um perde a cabeça, o outro tem o peito esmagado. Nada o homem fizera, apenas assoviou. Os bandoleiros assustados tentam um ataque de cerco, já no chão. Não funciona. O homem já havia começado a tocar sua canção. O som era magnífico, a mais bela canção que já fora ouvida. E a ultima para aqueles desafortunados jovens. Mais as armas invisíveis cortam, esmagam, perfuram, contundem. Matam. O ultimo dos jovens ainda está em cima da árvore. Vê uma guarda baixa, arma seu arco e atira. Não liga para os outros, mal os conhecia. A seta atinge o chapéu. O homem não fora atingido, mas seu chapéu estava com um grande rasgo, impossível usa-lo e não ser notado. Um incomodo rasgo no chapéu.
Um grito é ouvido por toda a floresta, com um estrondoso badalar de notas ao fundo. O cadáver do jovem nunca fora encontrado.
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_Bela porcaria_disse o homem, com sua voz doce, fria e extremamente séria_ Obrigado por destruir meu chapéu.
O homem olha o chapéu, com raiva. O rasgo no chapéu o incomodara. O inicio de uma canção de ninar e um chapéu é destruído. A cantiga para, e o homem retoma sua viagem.
Espera não ser mais incomodado, e não será até a chagada na próxima vila.
Sem o chapéu, que lhe cobria parte do rosto se pode ver um jovem rapaz, belo, lábios grossos, contrapondo-se a suas finas feições. Cabelos negros, bem cortados, mas despenteados. Sem um único fio de barba por todo o rosto. Não há como diferencia-lo de humanos. Exceto pelas orelhas, com uma estranha forma de folha. Pontuda.
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Aquele era Johnny Fablle, um dos homens mais famosos em Ulef, sempre confundido com bardos. Mas bardos não eram mortais como ele é.
Ele era um Algoz da Música.
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Fablle viajava silencioso, sem alegria. Triste até. Tristeza. Tristeza era muito comum em sua vida. Sempre temendo ser descoberto. Ter suas orelhas visíveis. Seu disfarce, o chapéu de grandes abas que sempre havia escondido-as, agora destruído, pulverizado. Guardara apenas a pena vermelha.
Vermelha e com muitos pontos dourados era a pena. Devia ser de uma ave, mas Fablle não conhecia nenhuma desse tipo, nem nunca ouvira falar. A pena era uma lembrança de alguém, mas não sabia quem.
Mais cedo matara bandidos, bandoleiros. Desintegrara um, cortara, perfurara e esmagara muitos e agora se cansara. Desintegração pedia muito esforço, um cansaço sem igual. Magia Negra cansava muito.
Do cansaço das magias e da viagem veio o sono. Com o sono, vieram os sonhos. Sonhos turbulentos, pessoas como ele, com orelhas em forma de folha morriam aos montes. A cidade queimava, gritos de dor, sangue. Horrendo humanóides com largos narizes, caras achatadas, orelhas pontudas e pele amarelada atacavam os belos seres com quem Fablle se assemelhava.
Com as mortes uma palavra invadiu a mente de Fablle: elfo. E logo em seguida, fogo, sangue e a figura de um homem. Não um homem, um dos humanóides horrendos. Parecia ser o líder deles. O maior e mais forte entre eles. Gritava bravatas, enquanto seus iguais, seus comandados vibravam e gritavam seu nome: Thw---
Fablle acordara. Suando, gritando, tentando esquecer a chacina com a qual sonhara. Mas a palavra elfo nunca saira de sua mente. Nunca.
Não sabia o que elfo significava, nem o que era, mas nunca se deixou esquece-la.
Nem do sonho.

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Comente ^^V

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Kit Nobre SwashBuckler


Nobre Swashbuckler

Quando um nobre segue uma carreira de bagunças e confusões (ou talvez somente polemica) é considerado Nobre Swashbuckler, o que é comum nos reinos de Ulef. Normalmente são lordes mimados e ricos.
Mas exite sim um grupo de Swashbucklers que são nobres...
Estes, diferentes dos brigões arruaceiros tem um porte não só galante como também nobre, e também habilidades em combate excelentes, e costumam usar armas pesadas, como machados e espadas bastardas com uma maestria e velocidade de uma adaga nas mãos de um ladino experiente. Mesmo usando armaduras são tão habilidosos quanto os swashies convencionais, que confiam em sua Habilidade para compensar a falta de armadura.

Exigencias: Insano (Megalomaníaco), Riqueza, F3, H3, Ataque/Tiro Multiplo, Boa/Má Fama

Poder Aquisitivo: você paga metade do custo normal em Pontos de Experiência
para comprar itens mágicos (você pode usar apenas seus PEs).
Finta em Combate: você pode usar um movimento e 1 Ponto de Magia para
obrigar o oponente a fazer um teste de Habilidade. Se ele falhar, sofre um dos
seguintes efeitos à sua escolha:
Insulto Sagaz: você irrita tanto o oponente que ele passa a sofrer Vulnerabilidade
contra seus ataques até o fim do combate.
Ataque Múltiplo: o combatente pode usar esta manobra ou
vantagem (caso a possua) sem gastar Pontos de Magia.
Tiro Múltiplo: o combatente pode usar esta manobra ou
vantagem (caso a possua) sem gastar Pontos de Magia.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Olá! ^^

Ois, hj do nada decidi criar esse blog sobre: tchantchantchantchan... 3D&T, mais precisamente sobre o futuro cenario "Ulef", que existe por enquanto somente nos meus sonhos e textos.

Todas as regras que eu usarei serão do Manual 3D&T Alpha.

Bem, hj começo com um personagem, bem, digamos incomum.

É um lorde insano e sedento por sangue ( e bem estressadinho...)

Lorde Zhiskel

Humano

Nobre Swashbuckler (Explicarei depois)

F: 4 (Corte/Machado) H: 3 R:3 A:2 PdF: 2 (Fogo/Pistola)
PV: 25 PM: 15


Vantagens/Desvantagens: Ataque Multiplo, Pontos de Vida Extras 1x, Deflexão, Reflexão, Resistensia à Magia, Riqueza, Má Fama, Insano(Megalomaniaco, Homicida), Poder Vingativo.


Além de muito rico, Zhiskel é muito habilidoso, mas as custas de um treinamento muito rigoroso, que despedaçou sua sanidade. (Mais detalhes em "Cronicas de Johnny Fablle")